sexta-feira, 20 de dezembro de 2013


Macerava a folha amarga entre os dentes, amarga de uma mágoa morna, sem grandes arroubos, só uma saudade persistente afinal já era tempo. 

Absorvia a seiva fresca que lhe escorria pela garganta mas sem conter o arrepio que o sabor provocava. Ah o arrepio, e seus pelos eriçados. Beijo na boca, o hálito na nuca... também era uma saudade persistente(...) e fez um chá para rememorar.


Nenhum comentário:

Postar um comentário