quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quase nada

Precisa-se de um silêncio de concha,
marulhada e que morre na praia.
O mesmo das fadas que roubam os dentes durante a noite.
Silêncio de fada.
De coisa inventada.
De plumas e voo .
Precisa-se de silêncio,
Da casa arrumada,
da TV desligada,
assim no meio do nada.
E ouvir somente.
Tum Tum-tum
Tum Tum-tum.
De forma ritmada...
Que todo o resto é quase nada.




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