domingo, 19 de agosto de 2012

Monólogos Intermináveis



De repente perdida,
                           [Não querida, quebrada.]
Labiríntica
E vaga.
            [Ébria]
Olhando sob os pés
os degraus
Rostos;
Vozes
E palavras.
Esmagados doloridamente a cada passo.
Sem dor aparente,
[É preciso].

Sem destino
a manipular e suas cordas invisíveis.
[desafio, jogo e tino]

Violada do vazio que
Fomenta as fomes.
O corpo aberto às faltas;
                                         [Mais uma dose, por favor.]
Obsessões e Ocos.
Socos do absurdo.
                       [Não quebre!]

Se junta e constrói.
Não tão límpia.
Não tão rósea.
Não tão intocada.

Pecadora.
                 [e culpada.]
Movem…
                   e fervilham.
Uma beleza construída.
Advinda do cansaço.
Numa vingança tardia
Do que lhe foi negado.
                            [Bom dia Amor!]

6 comentários:

  1. Ahh Bel, sempre tão gratificante seu carinho...
    bjs

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  2. Gostei muito do blog todo. O nome é pós-moderno no nível máximo, com todo bom blog deve ter.
    E sua a apresentação, lá no canto (tipo lua cheia planando na noite, hehehe) é muito boa. Termina com uma ótima frase, condizente com nossos tempos internéticos: "... Mas de um jeito ou de outro, virei um link."

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  3. Obrigada pessoa... a casa é sua... bjs

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