sábado, 2 de abril de 2011

Calor



Que das minhas pernas correntes.
Que da minha língua,
Mingua
Ventre.
Que das minhas frestas.
Fresca .
Orvalho.
Que da minha fala,
Doce.
Falo.
Que da minha temperatura,
durma.
Que da minha boca,
morra a falta.
Que da meus braços,
seio.
Vasto.
SAnto, sangue.
Amor e laço.

2 comentários:

  1. ..."Que da minha temperatura,
    durma.
    Que da minha boca,..."

    Gostei imensamente,Katia.Uma emoção, parabéns.

    Alias, faz tempo que não "te visito aqui" a gente acaba comentando pelo face e não posta no blogue,né? :o)
    BJÃO

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  2. O Su... brigadão esse poema foi curioso surgiu de uma palavra num momento inspirado... um segundo e pluft...

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